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Ponha uma Margarida na sua fossa!!!

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Queridas amigas!


Acabei de incluir em nossa lista de divulgação de blogs o link do blog da amiga Ana Costa!


Fiz uma visita e encontrei este banner maravilhoso no blog da Ana!


Sou apaixonada por M.A.R.G.A.R.I.D.A.S. Não é novidade!!!!


Espero que a amiga Ana não se importe de eu ter feito a postagem. Amei!!!!!!!!


Faça uma visita para a mais nova "Blogueira Unida" - Ana Costa!


Ela vai amar, com certeza!




Lembre!!!


Gentileza, Gera Gentileza!

2 Recados:

♒ αηα cσsтαㅤㅤ ㅤ ㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤ ㅤ disse...

Olá amiga blogueira Siglea, td bem???...Nussinhoradabicicletinha...rsrs...fiquei emocionada qdo vi meu banner aqui...poooxa...lindimais a recepção...o carinho e a atenção que teve para comigo...tks por ter gostado do meu cantinho, como disse a uma outra amiga blogueira...tô começando, aprendendo...e ainda falta muito...maaasss tudo que faço em minhas madru de insônia eh com muito carinho...estou feliz por estar fazendo parte das blogueiras unidas...obrigada!!!...pois eh amiga...sou louca por margaridas tb...eh a flor mais linditodas!!!...rsrs...ela eh simples...livre...leve e solta...booommm...era isso...vim agradecer e retribuir a visita...uma ótima semana pra vc...mondibjos e ateh!!! ;)

Débora Dias disse...

Oi Siglea,

Concordo com você, o banner da amiga Ana Costa - esbanja e transborda de criatividade. Sem falar do ensinamento que as flores repassam para cada um de nós. Cito como exemplo, o fato de que as flores sempre exalam o seu perfume e a sua beleza independente das circunstâncias ao seu redor. Que belo exemplo, apesar da delicadesa de suas petálas. Quero aproveitar agradecer sua visita ao meu blog. Você é sempre bem vinda!

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.