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A Corrente do Bem - “Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente.”

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A Corrente do Bem é um movimento com a proposta de conscientizar as pessoas de que boas ações se fazem no dia a dia. Pode ser no quintal de casa, entre amigos, para desconhecidos que cruzam o seu caminho, no trabalho, na escola, na hora do almoço e até pela internet; é só fazer. São ações simples, que podem ser divertidas e rápidas: um carinho, uma gentileza de maior ou menor impacto na vida de uma pessoa.

O importante é perceber as pessoas ao nosso redor e, através de um gesto, fazer com que elas também reconheçam a existência do outro, gerando um fator multiplicador desse sentimento. É a sabedoria de entender que se buscamos a felicidade e o bem-estar social, temos que caminhar juntos. Meu índice de felicidade reduz quando o mundo a minha volta não está bem.

“Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente.”
Gabriel, o Pensador



Esta proposta foi colocada em prática no mês de Abril,mas acredito que todo o dia é dia de fazer o BEM!Aproveitem minha dica e façam o bem hoje!!!




E como vamos fazer isso?

Clique no link e leia mais!

3 Recados:

Lú Artes em E.V.A disse...

Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado. SL 55:22

Fique com Deus.
Luciana Souza

disse...

Oi amiga passei para te desejar boa noite,que Deus te abênçoe sempre!!!!beijos!

Graça Nunes disse...

Oi minha amiga, é muito difícil satisfazer a todos, por mais que se esforce sempre haverá alguém para reclamar, fiquei muito chateada com os acontecimentos, ontem postei rápido e não passei por nossos blogs, só agora que li, me perdoe querida, meu tempo está muito pouco, problemas em família e doença, mas tudo ficará bem, não fique triste, você é ESPECIAL para muitos e isto é o prêmio pelo sua dedicação, carinho e amizade demonstrada há muito tempo, que Deus te proteja sempre.
Te adoro,
Beijos!
Graça

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.