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O Selo da Fênix

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A Fênix aquela que renasce das cinzas...Devemos passar pelo fogo e sair fortalecidos,renovados e renascidos.
Eu me sinto uma Fênix e muita de vocês também são Fênix.
Morremos muitas vezes nesta vida,não apenas fisicamente...no prazo de sete anos todas as células do corpo são renovadas...mas também emocional e espiritualmente,porque as mudanças nos seguram pela nuca e nos empurram para frente para uma outra vida.Não estamos aqui para simplesmente existir ,mas para crescer...
O grande mérito da fênix é dar a devida atenção aquele desejo secreto de recomeçar de zero,principalmente quando nada vai bem. Renascer é o processo através do qual você lamenta a sua perda e depois se lamenta e começa tudo de novo.
Daniel c. Luz

"Alma tem o poder de,nos momentos supremos de aflição,suspender-se ao fio mais tênue da esperança."
Jose de Alencar


Acabei de buscar este selo no blog da Denise Santos.
Obrigada amiga,amei!!As palavras vieram na hora certa!

Clique no link,faça uma visita e deixe um comentário carinhoso!


Ela vai amar com certeza!

Lembre!

Gentileza,Gera Gentileza!

2 Recados:

Denise Santos disse...

Oi fiquei bobinha obrigada pela gentiliza... <0)



http://de-enise-e.blogspot.com/

Flávia Fernanda disse...

Olá... passando para conhecer o Cantinho da Margarida... Adorei... Já estou seguindo... E reforço o convite para visitar o meu cantinho... ficarei feliz...
Abraços...

http://meutrabalhominhaarte.blogspot.com/

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.