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A águia, após ter o filhote,ela o acomoda em um ninho bem confortável.
Ela coloca pedras,gravetos,folhas e por último,palha.
O ninho fica macio,gostoso e ela o alimenta.
Mas quando o filhote já tem condições de voar,ela o força a sair do ninho.
Primeiro,ela tira a palha,depois as folhas,os gravetos,deixando somente as pedras.
Como as pedras o machucam,o filhote ñ tem escolha,ele é obrigado a voar.
E ela o ajuda.A princípio,um vôo tímido.Ela o deixa cair...
Quando ele pensa q ñ tem mais jeito,ela dá um rasante e o pega,levando-o de volta,pra Novas tentativas de vôo,até q ele consiga voar sozinho,alcançando as alturas.
E ela fica feliz ao ver seu filhote voando.
As vezes Deus faz assim conosco,retira as proteções do ninho pra nos forçar voar mais alto.O Senhor quer que alcancemos as alturas!Não tenha medo,você pode voar.
Deus é contigo!Faça das dificuldades oportunidades...
Voe bem alto ao encontro da sua vitória.

5 Recados:

Professora Cris Artesanato disse...

oi
vim conhecer seu blog,
pela indicação de minha filha e a partir de hoje vou fiCAR POR Aqui.
Gostei muito do que vi.

Aninha disse...

Olá, vim te convidar para participar do primeiro sorteio do meu blog.
Sua participação, será o meu presente.
http://arteperfeitamagia.blogspot.com/

Beijos
Aninha

jose vitor lemes disse...

Mensagem muito bonita, estarei seguindo o teu blog, abraços

Carolina Lima disse...

Que bela mensagem! A comprovação de que às vezes as pedras nos nossos caminhos são bem vindas!

Aproveito para te convidar a conhecer o meu blog e participar do sorteio que está acontecendo lá! =)

Um grande abraço,
Carol :)
http://bembemsimples.blogspot.com

Rosa Salvador disse...

Oi Siglea, tem selinho p vc la no meu blog da uma passadinha por la, bjus.

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.