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Hora Vazia

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Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Nesse espaço, a mente engendra mecanismos de evasão e delira.
Cabeça ociosa é perigo a vista.
Mãos desocupadas, facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Se, por alguma circunstância, surge-te uma hora vazia, preenche-a com uma leitura salutar, ou uma conversação positiva, ou um trabalho que aguarda oportunidade para execução, ou uma ação que te proporcione prazer...
O homem, quanto mais preenche os espaços mentais com as idéias do bem, mediante o estudo, a ação ou a reflexão, mais aumenta a sua capacidade e conquista mais amplos recursos para o progresso.
Estabelece um programa de realizações e visitas para os teus intervalos mentais, as tuas horas vazias, e te enriquecerás de desconhecidos tesouros de alegria e paz.
Hora vazia, nunca!
Divaldo P. Franco. Da obra: Episódios Diários.

2 Recados:

AQUI VOCÊ GANHA disse...

Olá... Eu vim avisar sobre uma novidade muito legal...
Um blog novo que criei onde só rola promoção...
http://aquivoceganha.blogspot.com/
Você não vai perder a chance de ganhar prêmios de graça vai????
Corre lá e saiba da promoção que tá acontecendo no meu outro blog Papel e Expressão que vc já conhece... Já sou do “blogueiras unidas” com meu blog http://papeleexpressao.blogspot.com/
Se quiser divulgar uma promoção do seu blog ou criar uma conosco, entre em contato...
Espero você lá...
Abração
Carlos Eduardo

Esta Sou Eu disse...

Oieee! Estava de passagem pelo seu blog e me deparei com esta mensagem. Ela me fez refletir... passo mto tempo tendo horas vazias. Acho que devo fazer algo pra mudar isso ^^

Estou te seguindo e visitarei sempre pra ver mais novidades!
Segue eu? ^^ http://maisdoquevoceve.blogspot.com/

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.