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O espinho de hoje...será a flor do amanhã!

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Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta. Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta.
O homem ficou triste pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado.
Daí pensou: Também, com tanta gente para atender..., e resolveu não questionar.
Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixou esquecido.
Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto, havia nascido a mais bela das flores e a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.
Deus sempre age certo. O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.
Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie. Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo. Nem sempre o que você deseja..., é o que você precisa. Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar.
O espinho de hoje..., será a flor de amanhã!


Busquei esta linda mensagem no blog da amiga Lilica!

Clique no link e espie!

3 Recados:

SoArt's disse...

boa noite Siglea!!passando para matar a saudade e espiar as nividades.Parabés pelo blog cada vez mais lindo.Bjos

Mimos da Lilika disse...

Querida Singlea, obrigada pelo carinho em postar a mensagem! Ah peguei o seu link e coloquei no meu bloguinho tá?! Desejo uma noite maravilhosa. Beijos, Lilika.

Denise disse...

Bom dia, Siglea! Muito simples e muito linda a mensagem. Em poucas palavras, algo que é realmente muito verdadeiro!
Um excelente final de semana para você.
Abraços, Denise.

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.