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Reciclagem - Potes de Sorvete Decorados e Ponteiras de Lápis com Renda.

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7 Recados:

ALVES ARTESANATO disse...

As meninas vão amar estas ponteiras ficaram mimosas.

VRPC Artesanato II disse...

Aqui tudo é lindo demais, perfeito demais, caprichado demais!
Dá vontade de ficar namorando este cantinho que é apaixonante o tempo todo!
Parabéns e muito suce$$o!

Bjuss
Vani Helena


CAMPANHA PARA EXLUIR VERIFICAÇÃO DE PALAVRAS DOS BLOGS. SE VC É A FAVOR, PARTICIPE TAMBÉM. CLICK AQUI:
http://vrpcartesanatos.blogspot.com/2012/02/campanha-exclua-verificacao-de-palavras.html#comment-form

Meu Cantinho disse...

Adorei seu blog, já estou te seguindo. Passa no meu blog para conhecer.

bjus

http://cantinhopatchworkdasheila.blogspot.com/

ஜ♥Patricia♥ஜ disse...

Que lindo esse trabalho.

Miranda disse...

Oi querida amiga VIRTUAL!

Entre cabos, fios, satélites e conexões,
Encontrei você...
Jamais poderia imaginar que sem sair
De casa, amigos eu teria...

Descobri aqui um outro mundo
Um mundo que prescinde de toques
E cheiros, mas que não me impede de
Viver as mesmas emoções de meu
Mundo real...

Amizades sinceras nasceram aqui
E você é uma delas, por quem nutro
Um carinho muito especial

Que possamos por muito tempo desfrutar
Da magia e do encanto deste mundo
fantástico, que é o virtual.

**Este comentário faz parte da brincadeira de hoje do blog BLOGUEIRAS UNIDAS.

Cláudia Costa disse...

Adrei seu Blog.. já sou seguidora..bjs

blogpontosefios.blogspot.com.br

Magali Mendes disse...

Claudua já sigo o seus blogs aalguns dias já fiz varias divulgações em minha pagina [Mag Biju bijuterias Magali Mendes, precisava de resposta como funciona os números de inscrições e carteirinha tbm já fiz comentários no blog da Paulinha! so uma respostinha por favor, sucesso e que talentos de Deus sobre vocês cresçam como as flores de Setembro e contagiem a todas com doce perfume da ´primaverá

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.