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Obstáculos, problemas, o que vocês fazem diante deles...se desesperam?

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Procuram uma solução? Ou só contornam a situação?
Hoje trago-lhes essa mensagem sobre o que fazer diante dos obstáculos...
Reflitam...
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma
estrada. Naquele momento ele se escondeu e ficou observando se alguém
tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito
ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantia as
estradas limpas, mas nenhum deles tentou se quer remover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se
aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a
rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente, com muito jeito,
conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele voltou a pegar a sua
carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. Foi até ela e viu que a bolsa continha muitas moedas de ouro, e um bilhete escrito pelo rei que dizia:

"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição...

Queridos Amigos!! “Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo." Fernando Pessoa

As pedras ou as rochas (problemas, dificuldades) que estão em seu caminho devem ser solucionadas, pois só contornadas ou deixadas de lado não vai adiantar de nada, mais cedo ou mais tarde vão voltar. É preciso saber o que vocês realmente querem e irem atrás. Nem todo o obstáculo é só pra lhe atrapalhar e atrasar a sua vida, pois em cada obstáculo quando ultrapassamos vencemos e aprendemos algo!

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.