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A árvore-dos-desejos

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____________________★
___________________Paz
__________________União
_________________Alegrias
________________Esperanças
_______________Amor★Sucesso
______________Realizações★Luz
_____________Respeito★harmonia
____________Saúde.★.solidariedade
___________Felicidade .★. Humildade
__________Confraternização.★.Pureza
_________Amizade.★.Sabedoria.★.Perdão
________Igualdade★Liberdade★Boa-sorte
_______Sinceridade.★.Estima.★.Fraternidade
______Equilíbrio.★.Dignidade.★.Benevolência
_____Fé★Bondade★Paciência★Brandura★Força
____Tenacidade★Prosperidade★Reconhecimento
___________________PAZ
__________________AMOR



Sua mente é a árvore-dos-desejos. O que você pensa, mais cedo ou mais tarde se realiza.
Às vezes o intervalo é tão grande que você se esquece completamente que, de alguma maneira, desejou aquilo; então não faz a ligação com a fonte.
Mas se olhar profundamente, perceberá que todos os seus pensamentos, como medos e receios, estão criando você e sua vida.
Eles criam seu inferno, criam seu paraíso. Criam seu tormento, criam sua alegria. Eles criam o negativo, criam o positivo...
Todos aqui são mágicos.
E todos estão fiando e tecendo um mundo mágico ao seu redor... E aí são apanhados. A aranha é pega em sua própria teia. Ninguém o está torturando a não ser você mesmo.
E uma vez que isso seja compreendido, mudanças começam a acontecer.
Então você pode dar a volta, pode transformar seu inferno em paraíso;
É simplesmente uma questão de pintá-lo a partir de um ângulo diferente...
A responsabilidade é toda sua!
Seu Paraíso depende de VOCÊ!

1 Recados:

Casa da Rê etc e tal... disse...

Olá, amei a mensagem desse post, a árvore dos desejos só com coisas boas e do bem, concordo que só depende de nós mesmo, na verdade depende da fé que temos em Deus, Ele é maior do que tudo, maior do que nós
um super beijo para ti!
Renata

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.