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O Valor das Palavras

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As palavras que escolhemos têm enorme influência em nossa comunicação. Em uma história conhecida no meio da propaganda, um publicitário, encontrando um cego em uma das pontes da cidade de Londres e vendo que o pobre homem recebia muito pouco dinheiro dentro do chapéu que estendia aos passantes, pediu a ele autorização para virar ao contrário a tabuleta em que se lia a palavra cego e escrever, no verso, outra mensagem.
Algum tempo depois, passando pela mesma ponte, o publicitário viu que o cego estava bastante feliz, porque estava recebendo muito mais dinheiro do que antes. Diante do novo encontro, perguntou ele ao publicitário:
_ Conte-me o que você escreveu na minha tabuleta, que fez tanta gente ser generosa comigo?
_ Nada de mais, disse o publicitário. Escrevi apenas o seguinte: "É primavera. E eu não consigo vê-la".¹

Próxima vez que você for escrever um texto, se preocupe em escolher bem as palavras, pois elas podem fazer toda diferença. Pense nisso ;)

¹ Antonio Suárez Abreu, A arte de argumentar Gerenciando Razão e Emoção, 10ª ed., Ateliê Editorial.

Visite o blog da Ilmara Ribeiro e leia outras postagens interessantes!

http://ideiaoquadrado.blogspot.com/2010/09/o-valor-das-palavras.html#comment-form

2 Recados:

Ideia² disse...

Poxa muiito obrigada ficamos muiito grata e honrada.
E é claro NÃO podia deixar de passar por aqui,
retribuindo a visita srsrs Ideia²
http://ideiaoquadrado.blogspot.com/
Bjuss
@IlmaraaRibeiro – Twitter

Ana Gaúcha _Professora disse...

"Não podemos viver apenas para nós mesmos.
Mil fibras nos conectam com outras pessoas;
e por essas fibras nossas ações vão como causas
e voltam pra nós como efeitos."
(Herman Melville)

bjsssssssssssssssssss//
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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.