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O Valor da Amizade

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És responsável por quem cativas... Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante. O quanto somos responsáveis por aqueles que nos têm como amigos? Vamos relembrar a sensibilidade destas palavras de Saint Exupéry, em seu livro O Pequeno Príncipe: Se tu queres um amigo, cativas-me!


*Cativar? É uma coisa muito esquecida. Significa criar laços.


*Se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol.


*Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.


*Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.


*Os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração.


Vale a pena relembrar o diálogo entre o Pequeno Príncipe e a raposa:

"E voltou, então, à raposa:

- Adeus, disse ele...

- Adeus, disse a raposa.

Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.

- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.

- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...

- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar."

2 Recados:

estanisartes disse...

Olá amiga,
Te encontrei no Blogueiras Unidas, e estou no Nono Grupo. Parabéns pelos belíssimos trabalhos.
Estou te seguindo e gostaria de tê-la como minha seguidora também.
Excelente semana
Bjs
http://estanis-artes.blogspot.com

Josinete Beatriz disse...

Bom Dia, Amiga! Passei pra te desejar uma semana feliz e abençoada! Bjus. josi

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.