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"O regador é só uma mentira de chuva que eu tenho de contar às flores, todas as manhãs".

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"O regador é só uma mentira de chuva
que eu tenho de contar às flores,
todas as manhãs".

Rita Apoena

4 Recados:

Phamia Arte e Artesanatos. disse...

Linda mensagem...
Tem selinho pra ti no nosso blog...^^
Beijinhos!!!

Bruxa disse...

Que fofo!
Achei linda a frase e linda postagem!

Parabéns pelo seu cantinho, puro charme!

Abraços e ótima tarde.

Green Apple disse...

Olá dia 20 proximo to sorteando 3 esmaltes risque venha participar ficarei contente super beijos
greenappleartesanatos.blogspot.com.br
Aprendi fazer uma margarida em feltro,tenho molde

Profª Lourdes disse...

Oi. Siglea! como vai, tudo bem? Eu ganhei o Prêmio AGENDA DE OURO e vim dividir com você porque reconheço o maravilhoso trabalho de parceria que desenvolve nesta blogsfera e é muito importante, por isso entre tantos bons escolhi o seu. Copiei o texto e estou enviando igualzinho...Veja se gosta... um enorme Beijo. Por: Magda Moreira; Eu sou a autora do Blog de Divulgação AGENDA DOS BLOGS e venho te comunicar que o seu Blog, foi escolhido entre os melhores Blogs de 2012.O conteúdo do seu Blog foi selecionado como EXCELENTE e por isso você ganhará o prêmio AGENDA DE OURO – MELHORES BLOGS DE 2012.Passa lá no Blog e pega o seu prêmio que está no lado direito, link SELINHOS QUE GANHEI DE PRESENTE, Clik e encontrarás. Você terá o direito de indicar 2 Blogs amigos para presentear com o prêmio.O seu Blog amigo não precisa estar cadastrado na AGENDA DOS BLOGS, basta ter bons conteúdos.
Abraços fica com Deus, não esqueça, é muito importante repassar e divulgar este prêmio. Bjus

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.