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A Palavra Mágica

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A Palavra Mágica
Certa palavra dorme na sombra 
de um livro raro. 
Como desencantá-la? 
É a senha da vida 
a senha do mundo. 
Vou procurá-la. 

Vou procurá-la a vida inteira 
no mundo todo. 
Se tarda o encontro, se não a encontro, 
não desanimo, 
procuro sempre. 

Procuro sempre, e minha procura 
ficará sendo 
minha palavra. 

Carlos Drummond de Andrade, in 'Discurso da Primavera'




8 Recados:

Nequéren Reis disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nequéren Reis disse...

Boa tarde belo blog, amei lindo, lindo, maravilho já estou te seguindo.
Curta e participe do meu blog.
Twitter: https://twitter.com/
http://instagram.com/nequerenreis
http://arrasandonobatomvermelho.blogspot.com.br/
https://www.facebook.com/pages/Batom-Vermelho/490453494347852?fref=ts

Deu Vontade disse...

Oi linda, amei seu blog e lindo! !
Vim te convidar pra ir me visitar no meu blog...
te espero lá. :))
http://bgdeuvontade.blogspot.com.br/

marluce araujo disse...

ola vi seu blog na lista uniao das blogueiras e vim lhe fazer uma visita,espero sua visitinha também .http://lucylheus.blogspot.com.br/amei o seu cantinho,bjks.

Andressa Moraes disse...

Gostei muito do seu blog. :) Depois dá uma olhadinha lá no meu e se gostar curti ou segue de volta.. Beijos!

http://rosaachiiclete.blogspot.com.br/

arteseprosasdavan disse...

Seu blog é doce e perfumado...
Delicioso de seguir!!!!
BJS!

Bordados da Lu disse...

Olá, oa tarde, estou tentando me cadastrar para o BU e estou seguindo todos os passos necessários, vim te visitar,já estou te seguindo e aproveito pra te convidar a conhecer o meu cantinho..bjs
http://lojinhadallu.blogspot.com.br

Juntando os pontos. disse...

Lindooo seu blog, adoro artesanato e estou aprendendo algumas coisinhas tmbm.
Bjos.

http://juntandospontos.blogspot.com.br/

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.