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COM UM LIVRO PODERÁ LER PARA PENSAR, PENSAR PARA CRIAR, CRIAR PARA MUDAR.

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"Ler é romper barreiras, quebrar limites, ultrapassar fronteiras, olhar além do que os nossos olhos possam enxergar. É sair do lugar comum, aventurar-se por caminhos vários. É olhar através das imagens e captar significados além do que a própria vista possa imaginar."


"Daqui a cinco anos você estará bem próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por duas coisas: os livros que ler e as pessoas de quem se aproximar." 
(Charles Jones)


"Todos os bons livros se parecem: são mais reais do que se tivessem acontecido de verdade."
(Ernest Hemingway)
LER É O MELHOR REMÉDIO! 


"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar"
(Friedrich Nietzsche)



"Há aqueles que não podem imaginar o mundo sem pássaros;
Há aqueles que não podem imaginar o mundo sem água;
Ao que me refere, sou incapaz de imaginar um mundo sem livros"
(Jorge Luis Borges)



4 Recados:

Jussara Silva disse...

Eu adoro ler e quando gosto, reler. No momento estou relendo um dos livros que usei na faculdade. Te desejo uma boa semana. Bjs.

Jussara
http://caminhandonaarte.blogspot.com

Carolina Resende disse...

Oi Siglea!
Também sou uma apreciadora de bons livros.
Beijocas!
=)

Mayara disse...

Eu tenho um defeito. Gosto de comprar livros. Rs. Beijos

Adriana Duarte - Sentimentos Vivos disse...

Boa noite, estou iniciando com o meu blog, ja estou participando da União das bloguiras, estou levando o seu selino e postarei no meu blo. Abraços uma lionda noite.

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Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.